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Santo Brasileiro: Campina Grande terá primeira Igreja com Frei Galvão como padroeiro

Autor: Márcia Marques / Jaiany Rocha

A Igreja de Santo Antônio  de Sant’Anna Galvão, o brasileiro Frei Galvão, teve sua pedra fundamental abençoada no último sábado, dia 25. A Comunidade fica no bairro Jardim Paulistano e pertence à Paróquia de Nossa Senhora das Graças. O pároco, Pe Josandro Félix, conduziu o momento celebrativo acompanhado dos membros do Conselho Paroquial e muitos fieis.

Foto: Pascom Graças

O ato de colocar uma pedra no local onde será erguida a nova Igreja é simbólico. Marca o compromisso de toda comunidade na construção física e, o mais importante, o compromisso em fazer a Igreja acontecer naquela localidade. A criação da nova comunidade tem a finalidade de aperfeiçoar o atendimento pastoral diante da expansão demográfica do bairro. Com o crescimento populacional, a instalação da nova Igreja comunitária vem responder a apelos da população, que sentiu a necessidade de ter uma sede própria, mantendo o vínculo com a Matriz de Nossa Senhora das Graças.

Após a celebração da Santa Missa, o padre Josandro conduziu o lançamento e a bênção da Pedra Fundamental, onde foram postas, em recipiente próprio, cópias de documentos, exemplares de órgãos da imprensa atual, alguma mensagem e assinaturas de representantes da comunidade.

SANTO ANTÔNIO DE SANT’ANNA GALVÃO, O FREI GAVÃO

(Fonte: Canção Nova) Conhecido como “o homem da paz e da caridade”, Antônio de Sant’Anna Galvão, popularmente conhecido como Frei Galvão nasceu no dia 10 de maio de 1739, na cidade de Guaratinguetá (SP).

Filho de Antônio Galvão, português natural da cidade de Faro em Portugal, e de Isabel Leite de Barros, natural da cidade de Pindamonhangaba, em São Paulo. O ambiente familiar era profundamente religioso. Antônio viveu com seus irmãos numa casa grande e rica, pois seus pais gozavam de prestígio social e influência política.

Cheio do espírito da caridade, não media sacrifícios para aliviar os sofrimentos alheios. Por isso o povo a ele recorria em suas necessidades. A caridade de Frei Galvão brilhou, sobretudo, como fundador do mosteiro da Luz, pelo carinho com que formou as religiosas e pelo que deixou nos estatutos do então recolhimento da Luz. São páginas que tratam da espiritualidade, mas em particular da caridade de como devem ser vivida a vida religiosa e tratadas as pessoas de dentro e de fora do “recolhimento”.

O dia 25 de outubro, dia oficial do santo, foi estabelecido, na Liturgia, pelo saudoso Papa João Paulo II, na ocasião da beatificação de Frei Galvão em 1998 em Roma. Com a canonização do primeiro santo que nasceu, viveu e morreu no Brasil, a 11 de maio de 2007, o Papa Bento XVI manteve a data de 25 de outubro.

Fonte:
Pascom Graças

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